quinta-feira, 14 de junho de 2012

Eu entrevistei uma mae solteira, a respeito como foi a educação do filho, se teve apoio do pai da criança, se a sociedade teve um a visão ruim ao seu respeito ou aceito normalmente, quais foram suas maiores dificuldades, se teve apoio da família.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Visita em campo

Certamente a visita em campo foi uma das tarefas mais difíceis de se realizar neste trabalho.
* Uma das minhas tarefas foi visitar uma família de moradores de rua, onde a abordagem é complicada pois tudo é muito novo pra minha realidade. Tive relatos supri endentes famílias inteiras vivendo na rua sem uma tero pra dar ao seus filhos, no frio e no sol intenso cobrindo apenas do sol mas preservando a temperatura intensa de brasília. Fora o descaso da população achando que é "normal" famílias morarem na rua. Nesta minha caminhada descobri um fato curioso: o governo os remuneram com a bolsa família pão e leite benefícios cedidos para as famílias de baixa renda, e o que eu achei engraçado foi o fato de não se ter uma residencia e ser cadastrado nos serviços do governo.
* Entrevistei também os moradores que não tem mais ninguém como família. Apenas lembranças de quando ainda estavam ao lado de suas famílias de origem. De começo eles ficam sempre sozinhos mas depois eles vão se associando a outros moradores formando assim uma família por circunstancias de rua. 
A parte mais dolorosa foi ver crianças pequenas sem rumo, sem família sem um referencial sem perspectivas de viva alguma.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Minhas atividades da útima semana

Meu foco dessa semana foi um trabalho sobre conceitos de família, o conceito escolhido foi mae solteira, sobre como é a vida de uma mae solteira na sociedade, como  a sociedade as vezes tem muito preconceitos, principalmente algumas décadas atrás.
Eu entrevistei uma delas para saber como ela consegue conviver com uma sociedade tão preconceituosa e como consegue trabalhar e cuidar da criança sem o convívio com o pai.

Reinildo Barbosa de Souza

sexta-feira, 18 de maio de 2012

FAMÍLIA NO CONTEXTO ESCOLAR


Apesar de a família ser apontada como uma das variáveis responsáveis pelo fracasso escolar do aluno (Carvalho, 2000), a sua contribuição para o desenvolvimento e aprendizagem humana é inegável.

Um dos seus papéis principais é a socialização da criança, isto é, sua inclusão no mundo cultural mediante o ensino da língua materna, dos símbolos e regras de convivência em grupo, englobando a educação geral e parte da formal, em colaboração com a escola. Neste contexto, os recursos psicológicos, sociais, econômicos e culturais dos pais são aspectos essenciais para a promoção do desenvolvimento humano (Christenson & Anderson, 2002; Marques, 2002).

A escola também tem sua parcela de contribuição no desenvolvimento do indivíduo, mais especificamente na aquisição do saber culturalmente organizado e em suas áreas distintas de conhecimento. Segundo Ananias (2000), a escola deve resgatar, além das disciplinas científicas, as noções de ação política e busca da cidadania e da construção de um mundo mais eqüitativo.
Neste contexto, a escola deve visar não apenas a apreensão de conteúdo, mas ir além, buscando a formação de um cidadão inserido, crítico e agente de transformação, já que é um espaço privilegiado para o desenvolvimento das idéias, ideais, crenças e valores. Para López
(1999/2002), a família não tem condições de educar sem a colaboração da escola.
As ações educativas na escola e na família apresentam funções distintas quanto aos objetivos, conteúdos e métodos, bem como as expectativas e interações peculiares a cada contexto (Szymanski, 2001). Por exemplo, Lampreia (1999) destaca que uma atividade como a
cópia, no ambiente escolar, tem objetivo programado e é avaliada como uma competência que permite a estruturação da aprendizagem, na área de letramento.
Já, no âmbito familiar, a mãe considera tal atividade apenas como mais uma tarefa doméstica de supervisão e cuidados dispensados aos filhos. Neste caso, o objetivo da cópia passa a ser a obtenção de um desempenho sem erro por parte do filho, devendo ser executada com um maior grau de precisão e economia de tempo.
Quando a família e a escola mantêm boas relações, as condições para um melhor aprendizado e desenvolvimento da criança podem ser maximizadas. Assim, pais e professores devem ser estimulados a discutirem e buscarem estratégias conjuntas e específicas ao seu papel, que resultem em novas opções e condições de ajuda mútua (Leite & Tassoni, 2002). A escola deve reconhecer a importância da colaboração dos pais na história e no projeto escolar dos alunos e auxiliar as famílias a exercerem o seu papel na educação, na evolução e no sucesso profissional dos filhos e, concomitantemente, na transformação da sociedade.

Referências

Ananias, M. (2000). Propostas de educação popular em Campinas: “as aulas noturnas”. Cadernos do CEDES, 51, 66-77.
Christenson, S. L. & Anderson, A. R. (2002). Commentary: The centrality of the learning context for students’academic enabler skills. School Psychology Review, 31, 378-393.

domingo, 13 de maio de 2012

CUNHA, Matheus Antonio da. O conceito de família e sua evolução histórica. Portal Jurídico Investidura, Florianópolis/SC, 27 Set. 2010. Disponível em: www.investidura.com.br/biblioteca-juridica/artigos/historia-do-direito/170332. Acesso em: 13 Mai. 2012




Angelo Margareth, Bousso S Regina,ed:Sao Paulo (doutorado)escolar
1999, 117p







Família como objeto de intervencao de enfermagem e hoje considerada uma realidade a ser melhor definida, enquanto conceitos e instrumentos. O objetivo deste trabalho e abordar questoes atuais, relevantes ao trabalho com familia em enfermagem. Para tanto, foram estruturados capitulos independentes, porem articulados numa linha unica de pensamento que se complementam na proposicao de uma perspectiva para o trabalho com a familia.


O profissional deve estar apto a observar e reconhecer o papel da família em responder pela saúde de seus membros, deve considerar as dúvidas, opiniões e atuação da família na proposição de suas ações. A assistência a família implica em conhecer como cada família cuida e identifica suas forças, dificuldades e esforços, para partilhar com base nas informações obtidas, o profissional deve utilizar seu conhecimento sobre cada uma delas, para juntamente com ela, pensar e implementar a melhor assistência possível (SENNA & ANTUNES, 2001)


.Benedita Santos

sexta-feira, 11 de maio de 2012


MACEDO, R.M.(1994). A família do ponto de vista psicológico: lugar seguro para crescer?.[versão eletrônica] Caderno de Pesquisa, nº91.62-68.Recuperado em 22 abril, 2012, de http://www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/cp/arquivos/788.pdf
  A pessoa tem que ler essa publicação porque e bastante interessante e e expõe e conceito de forma de familia de uma maneira bem interessante e direta